top of page
Buscar

A Arte de Curar dos Poetas Feiticeiros

Thiago Abel


Transcrição na integra da fala que o autor realizou na XIV SPAC: Seminário de Pesquisa em Artes Cênicas, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). “A arte de curar dos poetas feiticeiros” é o título de um curso que o autor ministra, destinado a todas as pessoas que desejam se aventurar no exercício da Literatura, da Poesia, das Artes Visuais e das Artes do Corpo, como foco nos interstícios entre arte, ética, poética, política, fé e cura evocados pelos saberes e fazeres exercitados neste grande terreiro chamado América Latina. O tema também é desdobrado no capítulo “O Reino da Doença”, de seu livro “Arriar o butô em 7 encruzilhadas: micropolíticas do corpo”. Para mais informações, acesse www.nucleoexperimentaldebuto.com .


Eu gostaria que algumas perguntas ficassem conosco desde o início.


Assim, mais do que apenas chegar aqui e falar algo, gostaria de testar fazer com que as palavras operem encantos. Entrelaçadas na forma de perguntas, meu desejo é deixar por aqui alguns convites, algumas tarefas, que podem, sem dúvidas, levar-nos a interessantes mobilizações no campo da Arte, mas também na vida.


Quando proponho falar sobre a arte de curar dos poetas feiticeirosDe que cura desejo falar? O que entendemos enquanto cura? Existem artes de curar? O que nos passa pelo corpo quando escutamos o termo poetas feiticeiros? Poemas são capazes de operar como feitiços? Feitiços operam como poemas? Feitiços e poemas, curam?


A começar, não tenho como não dizer que sou uma pessoa, considerada pela medicina ocidental: incurável. É crucial para mim, atualmente, falar para as pessoas que estão aqui neste encontro e que também vivem condições de saúde diagnosticadas como incuráveis que compreendo, na carne, a crueldade que pode estar inserida em conceitos como cura, saúde, doença, enfermidade. É cruel porque está em curso uma medicina que aprendeu a fazer saúde com quem faz guerra: alguns médicos falam em impedir invasões, rastrear hostilidades, bombardear organismos.


Há, sem dúvidas, outros modos de zelar pela vida, de mergulhar no corpo para se implicar em seus cuidados, mais próximo daquilo que fazem arqueólogos, geólogos, poetas e dançarinos.


Eu aprendi a gestar saúde com dançarino Tatsumi Hijikata, criador do Ankoku Butô (que podemos traduzir como Dança das Trevas). Hijikata (2005), em seu texto Núcleo doente envelopado, propõe como centro da vida a doença. Mas por que, para ele, o corpo se constitui em torno da doença? Talvez não fosse para fazer dela uma centralidade, mas para compreender que a saúde, isto é, as noções de saúde da sociedade de sua época, definitivamente não deveriam ser o centro.


Definir a doença como o núcleo da vida não é mais uma provocação trevosa de Hijikata, mas um embate político capaz de mobilizar perspectivas, epistemologias e ontologias: aquilo que é definido como são e saudável está longe de ser a norma, a regra, o padrão. Se o cosmo anuncia caos por todos os lados, é preciso olhar para essa ordem outra que rege a vida, mais próxima daquilo que se compreende enquanto doença do que enquanto saúde nas sociedades modernas ocidentalizadas. Nessas, a própria morte passou a ser encarada como doença, deixando de ser compreendida como uma instância da existência. Também patologizou-se o que faz da vida, vida: fragilidades, debilidades, vacilações, vulnerabilidades, envelhecimento, etc. Está em curso um ideal de saúde que, ele sim, é doentio.


Curiosamente, essa compreensão de Hijikata pode vir a ser uma estratégia capaz de nos direcionar, justamente, a um exercício de saúde. Seu diferencial é não pautar-se na fobia para com os riscos constantes a qual estamos sujeitos, mas em criar saúde a partir da consciência de que apenas aqueles que se colocam a prova gerarão resistência e se tornarão capazes de se encarregar dos próprios cuidados. O sistema imunológico nos ensina que a produção de anticorpos não está na negação, no medo ou no distanciamento absoluto dos patógenos, mas em encontrar a justa medida do contágio para que o corpo aprenda a fazer saúde a partir daquilo que pode adoecê-lo.


Nesse horizonte, a doença deixa de ser apenas um sinal de falência e passa a ser, paradoxalmente, uma condição de onde é possível extrair sabedoria para a instauração de um bem-viver. Um exercício de saúde que não exclui a dor, que não romantiza o sofrimento, mas os atravessa, convertendo debilidade em criação, pois essa é a urgência que pulsa nas existências: dizer sim à vida até na morte.


Aqui, a vida emerge da morte. É a saúde que emerge da doença, e não contrário. Essa concepção de Hijikata torna possível gerar vidas que resistem. No butō, anticorpos são atos encarnados que não se voltam apenas contra vírus e bactérias, mas contra corpos sociais, morais hegemônicas, dispositivos de silenciamento. Compreender que a aceitação da fragilidade é um modo astuto de perpetuar a existência, é assegurar que a carne aprenda a dar seus dribles naquilo que a despotencializa — mortificações em vida instauradas pela biopolítica, pela necropolítica, pelo neoliberalismo… —, garantindo seu direito de continuar pulsando.


Mas tudo isso não responde as perguntas que estão conosco hoje. As perguntas que surgem do desejo de falar sobre a arte de curar dos poetas feiticeiros. Gostaria então de falar sobre esses poetas. Para isso, é preciso compreender que o ato poético vai para além do genero literário poesia, e para além da linguagem literária. Está em tudo aquilo que mobiliza transformações.


Preciso contar que esses tais poetas feiticeiros, nas bandas de cá, são também chamados de macumbeiros. A partir daquilo que aprendi com Luiz Antonio Simas e Luiz Rufino (2018, p. 5), a palavra kumba vem muito provavelmente do quicongo, e significa tanto feiticeiro como poeta. Isso porque, para os congos, é na palavra que reside o poder primeiro de encantar. O prefixo ma anuncia o plural, assim: ma-kumba é o encontro de poetas feiticeiros, ou, de feiticeiros poetas, encantadores de corpos e palavras.


Apesar da potência da palavra apresentada por eles na definição, o que nos interessa é pensar em um espectro mais largo acerca da força que há nas operações sígnicas. Poemas-Feitiços constituídos por cores, sons, cheiros, texturas, corpos, gestos. Afinal, aqui, tambores falam, pedras dançam, plantas cantam e curam. Na terra dos velhos poetas do feitiço os corpos são colocados em comunicação para além da lógica verbal, para além, até mesmo, da consciência. Afecções vibracionais, rítmicas, sensoriais…


O poema-feitiço do macumbeiro está escrito com pemba na forma de pontos riscados, está no cantar das rodas de jongo e escolas de samba, está na confecção de patuás e outros amuletos. Está na medalhinha dos santos que carregamos no peito, está no primeiro gole de bebida que se oferta na rua antes de beber. Está no pedir licença para entrar e sair de cemitérios e mares. Está no movimento que a benzedeira faz com as ervas para zelar pelos corpos físicos e psíquicos dos benzidos. Está no cafezinho que se coloca às pretas e pretos velhos no início de cada manhã. Está nos doces do saquinho de Cosme e Damião. Está nas receitas de remédios, nos banhos com folhas, nas brincadeiras, nas baforadas de cachimbo. Sem sombra de dúvidas, está no dançar! Está na escuta íntima que o macumbeiro tem de saber que está o tempo todo em interação com ancestrais, encantados e forças cósmicas maiores que seus próprios nomes.


Esse feitiço-poema do macumbeiro pode estar naquilo que ele faz dentro de barracões, tendas, ilês e templos, mas não apenas lá. Pois é possível ser macumbeiro e não ser religioso. Isso porque terreiro é algo que vai para além dos muros e cercas do local do culto. Quando fala-se terreiro é preciso ouvir o termo Terreiro-Mundo, pois o posicionamento ético de um  macumbeiro está em tudo aquilo que fazemos em nosso diário cotidiano, e não apenas no que fazemos dentro dos ritos religiosos.


O macumbeiro rasura a fronteira estanque entre o sagrado e o profano (herança judaica e cristã). Terreiro-Mundo não é um local, mas uma epistemologia que coloca em exercício justamente o fato de que em todo canto do mundo e em todo pedaço de chão é possível praticar fé e festa. Estratégia poética, ética e política que milhares de pessoas arrancadas de seus lares e de suas famílias encontraram para firmar o ponto, acender o candeeiro e não ter seus saberes e fazeres dizimados.


O tutano daquilo que sou, foi criado por essas pessoas. Quando fui convidado para participar da SPAC e li no convite o termo racismo ambiental, fui tomado por uma espécie de névoa que me impediu de acessar o termo intelectualmente, digamos assim. Tentei pesquisar, mas sempre que lia, eu era tomado por algumas imagens: tia Miroxa vivendo no lixão da Vila Guilherme, meu pai e meus tios vivendo em um barracão da Vigor próximo dali, minha mãe ainda criança ouvindo o barulho de um tiro e, depois, o de um corpo caindo do telhado da casa de sua vó no quintal. Isso porque aquele que foi considerado por décadas o maior presídio da América Latina, o Carandiru, era tão próximo das casas de minha família materna que o guarda de uma das torres conseguiu acertar um foragido nos primeiros e últimos minutos de sua liberdade. Meu bisavô Carlos Abel foi carcereiro no tempo em que o Carandiru era exemplo de reintegração social. Meu pai, Márcio Martins, foi carcereiro quando o Carandiru se tornou uma grande máquina de morte. Até hoje ele sonha com os corpos, com as mutilações, com o horror.


Saindo do Carandiru – que é também o nome do bairro – e voltando para a Vila Guilherme, para vocês entenderem onde é, evoco Carolina Maria de Jesus. Retomem na memória de vocês a Favela do Canindé, onde a escritora viveu. Agora, visualizem o Rio Tietê margeando essa favela. Agora, visualizem a outra margem, paralela à Favela do Canindé estava a Vila Guilherme e seu lixão. Lá onde tia Miroxa perdeu uma vista de tanto apanhar do marido sem nunca reagir, até o dia que ele tentou abusar das próprias filhas. Só aqui que Miroxa puxou a faca, rasgou-lhe o ventre, encarou-o com seu único olho e disse: “nunca mais apareça aqui”.


Somos todos da zona norte. Uma região separada do resto da cidade por um rio (se ainda dá para chamá-lo de rio). O Tietê separa a cidade que provavelmente vocês imaginam quando escutam o nome São Paulo e esse reino de feiticeiras e feiticeiros que é a zona norte. Não é à toa que a maior parte das nossas escolas de samba são da ZN. Não é á toa que o sambódromo fica na ZN. Não é à toa que Adoniran Barboza cantou sobre inúmeros bairros da ZN. Não é à toa que a terra indígena Jaraguá, é na ZN. Não é à toa que por anos o maior número de terreiros da cidade ficavam na ZN. Não é à toa que minha família paterna, do interior de Pernambuco, migrou no grande êxodo nordestino do século 20 e foi morar na Vila Guilherme. Não é à toa que os portugueses e espanhóis pobres que constituíam a família da minha mãe, migraram em fuga das guerras e das ditaduras do início do século 20 e foram morar no Carandiru.


Nasci e fui criado em terreiros de umbanda da zona norte de São Paulo, onde todas essas pessoas, com diferentes origens, se reuniam e se engrandeciam no encontro. O que eu tenho para falar é que, apesar da pluralidade de práticas que ocorrem na singularidade de cada uma dessas casas, na singularidade de cada encontro que vivi com cada uma dessas pessoas, há um ponto fundamental em todo esses saberes: eles curam.


São curativas, pois buscam equilíbrios, justas medidas, não cindindo humano e natureza, vivos e mortos, aquilo que se toca e aquilo que se intui, sagrado e cotidiano, corpo-mente-ambiente. São práticas que não compactuam com os paradigmas dualistas e dicotômicos. Trabalham com as ambivalências, implicam-se em exercitar um saber que não se desenvolve na separação dos aspectos da vida, mas nas interações (SIMAS, 2021, pp. 8-9). Como diria Luiz Antonio Simas (ibidem, p. 26), pensar o “complexo das macumbas” como um “ecossistema de sabenças encantadas [...] que bordam as nossas distintas maneiras de lidar com o mistério e as tecnologias de cura”.


Mas… retomo uma de nossas perguntas: de que noção de cura estou falando? Seria mesmo esta a palavra? Pensando no que falei no início, é óbvio que precisamos de novos entendimentos acerca do curar.


Chegou um momento em que a medicina não estava mais me ajudando a entender o que era cura. Foi então que fui atrás de estudos sobre queijo. Sim, queijos. Parece um salto estranho nesse nosso papo de hoje, mas peço que confiem. Fui estudar queijos porque me surgiu a seguinte pergunta: por que há queijos que são chamados de curados? O que é um queijo curado? O que é uma meia-cura?

No latim, curātus (curar) pode significar tratar, cuidar, preparar. No caso do queijo, é sinônimo de maturado. Então, essa noção de cura vem de maturação, algo passado por muitas transformações, vivido. Tal maturidade em nada tem a ver com a adultização e adulteração que devemos seguir combatendo. Não há relação com a noção de amadurecimento que o capitalismo nos vende para entristecer os corpos e aceitar sem objeções seu moralismo que nos impregna com a imagem do adulto sério e trabalhador.


O queijo curado, isto é, maturado, passou por uma série de mudanças, metamorfoses microscópicas. Curar-se, maturar-se, passar por mudanças microscópicas, é sempre um processo lindo, iluminado e cheio de cores? Evidente que não. Mas é o que gera textura, é o que gera sabores singulares. É aquilo que elabora complexidade. A cura é um engalfinhamento cósmico, onde seres em devoramento e seres em aliança vão se afetando mutuamente, alterando suas estruturas moleculares. É como a vida se complexifica para seguir vivendo.


O profissional responsável pela cura do queijo é chamado de afinador. Interessa-me muito uma arte de curar alicerçada neste verbo: afinar. Encontrar as justas medidas. Elaborar equilíbrios, oriundos de um jogo ininterrupto de desequilíbrios. Zelar por um corpo está muito próximo disso para mim. Ao ler a entrevista de uma afinadora, ela disse: “transformar leite em queijo é algo simples, dificil é conduzir a cura do jeito certo e identificar, ao longo do processo, erros e acertos” (CAVECHIA, 2018).


Mais do que pensar em errar e acertar, sob o risco dos juízos morais que isso pode trazer, talvez seja melhor falar em potencialização e despotencialização. Mas o que me interessou nessa entrevista foram as palavras condução e identificação, e, como isso vai mudando ao longo do processo. Tal qual em uma experiência de navegação, uma estratégia anteriormente utilizada de modo felizardo no primeiro dia, pode já se revelar catastrófica no segundo. É preciso exercitar uma escuta sensível para encontrar as justas medidas. Conduzir e escutar na impermanência, entendendo o tempo do agora


Vejam só, quem cura o queijo não é o médico, mas o afinador de maturações. Fiquei então pensando nessa junção de palavras que formam afina-dor e matura-dor.


Retorno a pensar naquilo que é comumente chamado de incurável. Nas impossibilidades de anulação completa da causa de uma enfermidade (um vírus mutante, uma doença autoimune, um câncer complexo). Penso também em situações incuráveis (a perda de um filho… é algo que não há justiça, sanidade, equilíbrio, que ajuste isso). Mas… o que é possível? Quais cuidados possibilitariam ao menos dignidade às pessoas que vivem em completo desamparo?


Toda doença é uma metamorfose. Toda chaga deixa sua marca. Uma saúde que vende a possibilidade de restituir-se ao estado que se era antes do acometimento, embasa-se em mentiras. Não há retorno.


Mas concluindo essa reflexão, preciso retomar ao dia 13 de junho de 2019, dia de Exu, dia de Santo Antonio, dia em que recebi o diagnóstico de uma doença dita incurável. Em agosto, já em tratamento, fui a um Olubajé: um rito-banquete, festa de Omulu, senhor da cura e da doença, aonde esse orixá nos concede a honra de ser nutrido por ele. Nesse terreiro localizado no bairro do Peruche (zona norte de São Paulo), a ialorixá me levou até o assentamento de Omulu e falou:


— Eu não quero que você peça pelo fim da doença, mas pela cura. Não pense na doença. Peça cura.

E aquilo me deixou chateado, pois eu pensei “não tem cura”. Afinal o dilema que eu acreditava naquele momento que eu precisava aprender era lidar com o fato de viver uma situação incurável. Agora, conversando com vocês, e depois de estudar sobre queijos, vejo o quanto ela estava coberta, não de razão, mas de sentidos. Porque hoje eu vejo como um respiro a cura do queijo, no sentido de que o maturador me fez entender que não houve uma cura como aquela que os médicos encaram, o que houve, o que há e que está ocorrendo agora e que ocorrerá em todos os momentos é que há processos onde eu amadureço a dor. E é muito importante dizer que eu não amadureci na dor, como querem os cristãos. Eu amadureci ela. E com esse dialogo de amadurecê-la, é evidente que eu também amadureci. E é por isso que parou de doer. Ou… agora dói de um modo diferente. Ou… agora dói de um modo outro.


É interessante… essa possibilidade de reencantar as palavras e reivindicar todas essas conceituações de uma maneira que o mundo volte a ser reencantado, aonde o sistema quer desencanto. É por aí que eu proponho uma arte de curar, e o tipo de poema-feitiço que pretendo lançar no mundo como dançarino, como artista, como professor, como pesquisador.


O que os poetas feiticeiros podem nos ensinar sobre arte? Sobre a arte de enfrentar e desestabilizar os inúmeros projetos de controle, silenciamento e extermínio que estão em voga no Brasil contemporâneo? Quais são as macumbarias que precisarão ser aprendidas e praticadas para que nossas vidas se tornem mais alegres? Que feitura artística, poética, micropolítica, terrificante e apaixonante será preciso elaborar para ver surgir o porvir deste mundo? Atos criativos muito distantes do que se cria enquanto produtinho para o mercado de arte. Não é isso que nos interessa, desejamos criações que instaurem vida, que gestem mundos, onde sejamos capazes de zelar por nós e pelos nossos.


O que me interessa, a partir dos saberes evocados hoje, são feituras capazes de gerar saúdes aos inúmeros corpos estigmatizados, violentados e vulnerabilizados por uma civilização que os compreende, também, como doença. O que desejo é exercitar uma medicina repleta de danças, poemas e feitiços, destinada justamente aos incuráveis, aos incorrigíveis, aos irrecuperáveis, aos indóceis, aos sem salvação.


Foto de Roger Cipó.  Compõe o acervo da exposição aFÉto – Uma série fotográfica sobre o Amor entre Orixás e seus filhos)
Foto de Roger Cipó. Compõe o acervo da exposição aFÉto – Uma série fotográfica sobre o Amor entre Orixás e seus filhos)

Referencial Bibliográfico


ABEL, Thiago. Arriar o butô em 7 encruzilhadas: micropolíticas do corpo. São Paulo: Editora Trevas, 2023.


ABEL, Thiago; ALEIXO, Daniel. Thiago. Arriar o butô em 7 encruzilhadas: micropolíticas do corpo. São Paulo: Editora Trevas, 2023.


CAVECHIA, Marina. Não sabe o que é queijo curado? A gente conta para você. Metrópoles, divulgação de 29/01/2018. Último acesso em 17/09/2025 pelo site https://www.metropoles.com/alta-fermentacao/nao-sabe-o-que-e-queijo-curado-a-gente-conta-para-voce


FERRAZ, Maria Cristina Franco. Nietzsche, o bufão dos deuses. São Paulo: n-1 edições, 2017.


HIJIKATA, Tatsumi. Zenshū. Tóquio: Kawade Shobō Shinsha, 2005.


JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.


PERETTA, Éden. O soldado nu: raízes da dança butō. São Paulo: Perspectiva, 2015.


SIMAS, Luiz Antonio. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021.


SIMAS, Luiz Antonio; RUFINO, Luiz. Flecha no tempo. 1. ed. Rio de Janeiro: Mórula, 2019.


SIMAS, Luiz Antonio; RUFINO, Luiz. Fogo no mato: a ciência encantada das macumbas. 1. ed. Rio de Janeiro: Mórula, 2018.


SONTAG, Susan. Doença como metáfora, AIDS e suas metáforas. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.


VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. O Medo dos outros. Revista de Antropologia, v. 54, n. 2. São Paulo: USP, 2011, pp. 893-912.

 
 
 

Comentários


  • alt.text.label.Instagram

©2026 por Editora Trevas

bottom of page